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Mostrando postagens de 2012

Trocando de casca.

"Os descendentes de José disseram então a Josué: 'Por que nos deste apenas um quinhão, uma só porção de herança? Somos um povo numeroso, e o SENHOR nos tem abençoado ricamente'. Respondeu Josué: 'Se vocês são tão numerosos, e se os montes de Efraim têm pouco espaço para vocês, subam, entrem na floresta e limpem o terreno para vocês na terra dos ferezeus e dos refains'. Os descendentes de José responderam: 'Os montes não são suficientes para nós; além disso todos os cananeus que vivem na planície possuem carros de ferro, tanto os que vivem em Bete-Seã e seus povoados como os que vivem no vale de Jezreel'. Josué, porém, disse à tribo de José, a Efraim e a Manassés: 'Vocês são numerosos e poderosos. Vocês não terão apenas um quinhão. Os montes cobertos de floresta serão de vocês. Limpem o terreno, e será de vocês, até os seus limites mais distantes. Embora os cananeus possuam carros de ferro e sejam fortes, vocês poderão expulsá-los'." (Josué 17: ...

Maldição.

“Naquela ocasião Josué pronunciou este juramento solene: ‘Maldito seja diante do SENHOR o homem que reconstruir a cidade de Jericó: ‘Ao preço do seu filho mais velho lançará os alicerces da cidade; ao preço do seu filho mais novo porá suas portas!’” (Josué 6:26) A batalha de Jericó foi sobretudo espiritual. Pela fé, os israelitas viram o muro cair. Pela fé, cada um atacou sem mover o pé do lugar onde estava, e tomaram a cidade (Js 6:20). Por isso Deus advertiu que seria tão severo com quem reconstruísse o que Ele mesmo tinha destruído. Quando Deus nos dá vitória sobre uma batalha espiritual, seja qual for, não devemos reconstruir o que Ele destruiu dentro de nós mesmos. Olhar para trás, como a mulher de Ló. Ou murmurar. Ou sentir saudades da comida do Egito: são coisas que Deus abomina. Custam caro. Afinal, como diria o apóstolo Paulo nos dias de hoje, para frente é que se anda!

"Tudo posso naquele que me fortalece." (Filipenses 4:13)

Às vezes é mais fácil – muito mais fácil – acreditar que não somos capazes de ser tudo aquilo que Deus sabe que podemos ser. É mais cômodo. Dá menos trabalho. Chamar a última pretensão que sobrevive à nossa própria preguiça de orgulho e enganar o coração com falsa humildade. Acreditar que não somos isso tudo. Ou que outros estarão mais bem preparados. Ou que outros chegarão antes. Ou que não precisamos realmente. Confiar em nós mesmos e em nossa própria capacidade – que na realidade é mínima, menor que um grão de mostarda – é mais tranquilo do que segurar na mão de Deus e ir. Não querer ter trabalho, e fingir não querer “dar trabalho a Deus”. Mas é uma pena.