Às vezes é mais fácil – muito mais fácil – acreditar que não somos capazes de ser tudo aquilo que Deus sabe que podemos ser. É mais cômodo. Dá menos trabalho. Chamar a última pretensão que sobrevive à nossa própria preguiça de orgulho e enganar o coração com falsa humildade.
Acreditar que não somos isso tudo. Ou que outros estarão mais bem preparados. Ou que outros chegarão antes. Ou que não precisamos realmente.
Confiar em nós mesmos e em nossa própria capacidade – que na realidade é mínima, menor que um grão de mostarda – é mais tranquilo do que segurar na mão de Deus e ir. Não querer ter trabalho, e fingir não querer “dar trabalho a Deus”.
Mas é uma pena.
Acreditar que não somos isso tudo. Ou que outros estarão mais bem preparados. Ou que outros chegarão antes. Ou que não precisamos realmente.
Confiar em nós mesmos e em nossa própria capacidade – que na realidade é mínima, menor que um grão de mostarda – é mais tranquilo do que segurar na mão de Deus e ir. Não querer ter trabalho, e fingir não querer “dar trabalho a Deus”.
Mas é uma pena.
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