"Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no
seu forte poder. Vistam toda a armadura
de Deus, para poderem ficar firmes contra as
ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é
contra seres humanos, mas contra os poderes
e autoridades, contra os dominadores
deste mundo de trevas, contra as forças espirituais
do mal nas regiões celestiais. Por
isso, vistam toda a armadura de Deus, para
que possam resistir no dia mau e permanecer
inabaláveis, depois de terem feito tudo.
Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se
com o cinto da verdade, vestindo a couraça
da justiça e tendo os pés calçados com a
prontidão do evangelho da paz. Além disso,
usem o escudo da fé, com o qual vocês
poderão apagar todas as setas inflamadas do
Maligno. Usem o capacete da salvação e a
espada do Espírito, que é a palavra de Deus.
Orem no Espírito em todas as ocasiões, com
toda oração e súplica; tendo isso em mente,
estejam atentos e perseverem na oração por
todos os santos."
(Efésios 6.10-18)
Hoje eu queria falar com você, que já venceu uma batalha espiritual. Não sei qual, nem contra quem. Pode ter sido algo grande ou algo extremamente pessoal. Pode ser que simplesmente tenha conseguido guardar a fé em Deus depois de um combate grande, com "pastores" vilões predadores de ovelhas, como nos contos de terror reais que assistimos em igrejas contemporâneas, ou com "irmãos" fofoqueiros, ou tudo mais que uma imaginação trancosa conceber... Pode ser uma vitória do ministério que Deus confiou a você. Você venceu. Confiou em Deus o suficiente para ser forte na fraqueza. E está aqui! (Ou aí, lendo isso aqui...)
Efésios 6.13 diz "Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo." Repare. Precisamos permanecer inabaláveis, depois de termos feito tudo. "Tudo" não foi pouco. Não me parece uma palavra que é usada para designar pouca coisa. "Tudo", definitivamente, é alguma coisa. "Tudo" envolve ficar firme contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. "Tudo" pode significar opressão, noites de angústia, provações, e outras tempestades mais pelas quais passamos. A Bíblia diz que não acaba aí. Que, chegada a calmaria, é preciso permanecer inabalável.
Alguns prédios não ruíram no terremoto do Nepal há duas semanas atrás. Mas aí, ontem, veio um outro terremoto. E, então, ruíram mais alguns prédios. É importante permanecer inabalável. Pessoas que nunca se abalaram, e pessoas que já se abalaram. Permaneçamos inabaláveis.
Mas como?
1º) Antes, durante e depois da batalha, que não se afaste de nós o cinto da verdade. Nada de aumentar os fatos, como nas histórias de pescador. Nada de esconder a verdade. Nem para os outros, nem para si mesmo. A verdade sempre. Se alguém te magoou dizendo ou fazendo isso, que não digamos que foi isso e meio. Nem que não foi nada.
2º) Vestindo a couraça da justiça. Justiça é reconhecer os méritos mesmo de quem, a nossos olhos, tem mais deméritos do que méritos. E reconhecer os deméritos das pessoas por quem nutrimos a mais alta estima. Dentre outras coisas.
3º) Tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Ou seja, como dizia Paulo, "no que for possível, no que depender de nós, mantendo a paz com t-o-d-o-s." E não só com alguns.
4º) Escudo da fé. Especialmente nos casos em que sofremos derrotas aparentes, ou reais. Ainda quando, no saldo final, computamos o combate como ganho, a verdade é que nós erramos, e erramos feio. É preciso crer que Deus está no controle. Que Ele vai saber consertar o que quer que tenha sido quebrado. Crer no caráter de Deus, confiar que ele sabe a intenção do nosso espírito, mesmo quando falhamos na execução. Escutar a voz dEle e acreditar nEle. Pois, mesmo quando o nosso próprio coração nos condena, Deus é maior do que o nosso coração e do que todas as coisas. Não importa o que aconteceu, quando Deus nos perdoa primeiro, sempre podemos nos perdoar. Crer em Cristo como único Senhor e Salvador nos protege totalmente contra o inimigo. A fé em Jesus apaga todas as setas inflamadas do Maligno.
5º) Usar o capacete da salvação. A certeza da salvação não pode sair da nossa mente em nenhum momento. É Deus quem nos justifica. Nenhuma pancada e nenhuma acusação destrói os que não abrem mão da própria salvação. E zelam por Deus, e pelo compromisso com Cristo, com o coração, entendimento, força e espírito. Mas as pancadas vêm, por isso use o capacete.
7º) A espada do Espírito, que é a palavra de Deus. Se for discutir, que seja embasado na palavra. E que o debate se atenha a isso. A Palavra é mais penetrante que faca de 2 gumes e afiada a ponto de discernir alma e espírito. Nunca pelo nosso próprio entendimento, nem por todo o conhecimento humano de filosofia, administração, psicanálise ou etc. - não caia no erro de Sara, que tentou "ajudar Deus"...
Por fim, a nossa batalha não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades das forças espirituais do mal. Não é contra o Fulano. Por mais que o Fulano tenha sido um vaso mal empregado. Ele não é o inimigo. Não canalize para o Fulano uma aversão que é mais bem empregada se direcionada a quem realmente deve ser abominado e aborrecido.
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
A paz!
:)
seu forte poder. Vistam toda a armadura
de Deus, para poderem ficar firmes contra as
ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é
contra seres humanos, mas contra os poderes
e autoridades, contra os dominadores
deste mundo de trevas, contra as forças espirituais
do mal nas regiões celestiais. Por
isso, vistam toda a armadura de Deus, para
que possam resistir no dia mau e permanecer
inabaláveis, depois de terem feito tudo.
Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se
com o cinto da verdade, vestindo a couraça
da justiça e tendo os pés calçados com a
prontidão do evangelho da paz. Além disso,
usem o escudo da fé, com o qual vocês
poderão apagar todas as setas inflamadas do
Maligno. Usem o capacete da salvação e a
espada do Espírito, que é a palavra de Deus.
Orem no Espírito em todas as ocasiões, com
toda oração e súplica; tendo isso em mente,
estejam atentos e perseverem na oração por
todos os santos."
(Efésios 6.10-18)
Hoje eu queria falar com você, que já venceu uma batalha espiritual. Não sei qual, nem contra quem. Pode ter sido algo grande ou algo extremamente pessoal. Pode ser que simplesmente tenha conseguido guardar a fé em Deus depois de um combate grande, com "pastores" vilões predadores de ovelhas, como nos contos de terror reais que assistimos em igrejas contemporâneas, ou com "irmãos" fofoqueiros, ou tudo mais que uma imaginação trancosa conceber... Pode ser uma vitória do ministério que Deus confiou a você. Você venceu. Confiou em Deus o suficiente para ser forte na fraqueza. E está aqui! (Ou aí, lendo isso aqui...)
Efésios 6.13 diz "Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo." Repare. Precisamos permanecer inabaláveis, depois de termos feito tudo. "Tudo" não foi pouco. Não me parece uma palavra que é usada para designar pouca coisa. "Tudo", definitivamente, é alguma coisa. "Tudo" envolve ficar firme contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. "Tudo" pode significar opressão, noites de angústia, provações, e outras tempestades mais pelas quais passamos. A Bíblia diz que não acaba aí. Que, chegada a calmaria, é preciso permanecer inabalável.
Alguns prédios não ruíram no terremoto do Nepal há duas semanas atrás. Mas aí, ontem, veio um outro terremoto. E, então, ruíram mais alguns prédios. É importante permanecer inabalável. Pessoas que nunca se abalaram, e pessoas que já se abalaram. Permaneçamos inabaláveis.
Mas como?
1º) Antes, durante e depois da batalha, que não se afaste de nós o cinto da verdade. Nada de aumentar os fatos, como nas histórias de pescador. Nada de esconder a verdade. Nem para os outros, nem para si mesmo. A verdade sempre. Se alguém te magoou dizendo ou fazendo isso, que não digamos que foi isso e meio. Nem que não foi nada.
2º) Vestindo a couraça da justiça. Justiça é reconhecer os méritos mesmo de quem, a nossos olhos, tem mais deméritos do que méritos. E reconhecer os deméritos das pessoas por quem nutrimos a mais alta estima. Dentre outras coisas.
3º) Tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Ou seja, como dizia Paulo, "no que for possível, no que depender de nós, mantendo a paz com t-o-d-o-s." E não só com alguns.
4º) Escudo da fé. Especialmente nos casos em que sofremos derrotas aparentes, ou reais. Ainda quando, no saldo final, computamos o combate como ganho, a verdade é que nós erramos, e erramos feio. É preciso crer que Deus está no controle. Que Ele vai saber consertar o que quer que tenha sido quebrado. Crer no caráter de Deus, confiar que ele sabe a intenção do nosso espírito, mesmo quando falhamos na execução. Escutar a voz dEle e acreditar nEle. Pois, mesmo quando o nosso próprio coração nos condena, Deus é maior do que o nosso coração e do que todas as coisas. Não importa o que aconteceu, quando Deus nos perdoa primeiro, sempre podemos nos perdoar. Crer em Cristo como único Senhor e Salvador nos protege totalmente contra o inimigo. A fé em Jesus apaga todas as setas inflamadas do Maligno.
5º) Usar o capacete da salvação. A certeza da salvação não pode sair da nossa mente em nenhum momento. É Deus quem nos justifica. Nenhuma pancada e nenhuma acusação destrói os que não abrem mão da própria salvação. E zelam por Deus, e pelo compromisso com Cristo, com o coração, entendimento, força e espírito. Mas as pancadas vêm, por isso use o capacete.
7º) A espada do Espírito, que é a palavra de Deus. Se for discutir, que seja embasado na palavra. E que o debate se atenha a isso. A Palavra é mais penetrante que faca de 2 gumes e afiada a ponto de discernir alma e espírito. Nunca pelo nosso próprio entendimento, nem por todo o conhecimento humano de filosofia, administração, psicanálise ou etc. - não caia no erro de Sara, que tentou "ajudar Deus"...
Por fim, a nossa batalha não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades das forças espirituais do mal. Não é contra o Fulano. Por mais que o Fulano tenha sido um vaso mal empregado. Ele não é o inimigo. Não canalize para o Fulano uma aversão que é mais bem empregada se direcionada a quem realmente deve ser abominado e aborrecido.
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
A paz!
:)
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